Nicole e os Primeiros Passos Para a Terapia Assistida por Animais

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Veja aqui a história da Nicole e os primeiros passos para a terapia assistida por animais, na ajuda pela reabilitação de crianças.

Confira neste artigo a história da Nicole e os primeiros passos para a terapia assistida por animais:

Olá pessoal tudo bem?

Viemos hoje aqui para nos apresentar e contar um pouco da nossa história, vamos lá?

Nicole e os Primeiros Passos Para a Terapia Assistida por Animais

Me chamo Nicole Camargo, sou Terapeuta Ocupacional.

Sou formada pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

Especializada em neuropediatria e motricidade pelo Núcleo de especializações da Universidade Federal de São Carlos.

Trabalho com a busca da independência e autonomia de crianças com dificuldades, deficiências ou transtornos neurológicos e sensoriais.

São crianças com Transtorno do Espectro Autista, Síndrome de Down, Paralisia Cerebral….

Além de Disfunções sensoriais, Dificuldade de Aprendizagem e outras.

Recentemente me especializei em Atividades Assistidas por Animais pelo Instituto Brasileiro de Educação e Terapia Assistida por Animais (IBETAA).

O importante papel da Pipoca

Através de meus estudos, iniciamos o trabalho com a Pipoca, nossa cão de Terapia.

Foto: Nicole

Ela é um filhote de Border Collie que chegou em minha vida através de uma doação.

Pipoca chegou já com o propósito firmado de ajudar na reabilitação e tratamento de crianças com deficiências neurológicas e outras que pudessem passar pelas nossas vida.

Foto: Nicole

Mas, foi importante a escolha da raça nesse processo, já que o Border Collie é uma raça considerada uma das mais inteligentes do mundo.

Além de ser afetiva, ativa e gostar de crianças, sendo esse um ponto muito importante já que o meu público alvo de trabalho são crianças. 

Texto relacionado: PET TERAPIA: O Que é e Como Ajuda Humanos e Animais

Pipoca chegou a mim com 45 dias, e pudemos então iniciar os trabalhos com ela.

Os primeiros cuidados foram: vacinação, consulta veterinária para atestar condições de saúde, limpeza de seus pelos, unhas e boca.

Na semana seguinte, Pipoca deu início a habituação no consultório.

Pipoca teve então o primeiro contato com crianças e buscando se adaptar com as mais diversas situações.

Foto: Nicole

Percebemos logo de cara que ela se adaptava bem e tinha perfil para ser uma cão de terapia.

A socialização nesse processo foi muito importante para ambos os lados!

Tanto para percebemos o perfil comportamental da Pipoca e também como os pacientes reagiriam.

Querem saber mais?

Então fiquem ligadinhos aqui, vamos contar tudo sobre como se faz para se tornar um cão de Terapia.

Falaremos aqui quais são os trabalhos que isso engloba.

Além de contar toda nossa trajetória na Terapia Assistida por Animais, será incrível poder compartilhar com vocês.

Vocês já conheciam a terapia assistida por animais? Já tiveram contato com a prática? Conta aqui nos comentários!

Nicole Franco de Camargo

Escrito por Nicole Franco de Camargo

Sou Terapeuta Ocupacional e especializada em neuropediatria e motricidade, trabalho com integração sensorial e Terapia Assistida Por Animais.

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